New York at Christmas / Nova York no Natal

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New York at Christmas / Click Here for English

New York at Christmas

Some say New York is the capital of the world. As capital of the world, at this time New York becomes the commercial capital of Christmas. The Judeo-Christian tradition of turning the darkest time of year (at least in the Northern Hemisphere) into a festival of lights explodes in the streets and shop windows.

Some attractions are not to be missed: Rockefeller Center, the New York Cathedral across the street, Macy’s, Lord & Taylor, Bergdorf Goodman.

More recently, the lights and music show on the Saks facade, Fifth Avenue, has become more fantastic every year.

Some stores like Cartier or Burberry light up with thousands of little lamps as if they were a present. The Christmas fair in Bryant Park, behind the New York library on 42nd Street, has a skating rink and many dozens of little shops evoking the commercial spirit of Christmas. Contradictory, but beautiful.

We feel sorry for seeing the huge, hundred-year-old pine tree sacrificed to show off colored lights for a few weeks at Rockefeller Center. So many people walk on the sidewalk that causes an invariable human traffic jam.

Christmas carols play endlessly in shops, radios, streets and on the live corals on South Street Seaport and in the lobby of the Intercontinental Hotel, among others.

It is said that on December 24th an old man with a long white beard will fly over the city in his flying sleigh and will distribute gifts to all who could buy them.

The right side of the brain sees all this with great social skepticism. The left side of the brain is intrigued by the magic that awakens the best of human nature from the cold and darkness of winter.

I think we are going to end up in Cuba to investigate what all that would be like under a communist regime.

It is fascinating. Ho! Ho! Ho!

 

Nova York no Natal

Alguns dizem que Nova York é a capital do mundo. Como capital do mundo, nessa época Nova York se transforma na capital comercial do Natal. A tradição judaico-cristã de transformar a época mais escura do ano (pelo menos no Hemisfério Norte) em uma festa de luzes explode nas ruas e vitrines.

Algumas atrações são imperdíveis: o Rockefeller Center, a Catedral de Nova York quase em frente, as vitrines da Macy’s, Lord & Taylor, Bergdorf Goodman,

Mais recentemente, o show de luzes e música na fachada da Saks, Quinta Avenida, tem ficado mais incrível a cada ano.

Algumas lojas como a Cartier ou a Burberry se iluminam com milhares de lâmpadas coloridas como se fossem presentes. A feirinha de Natal no Bryant Park, atrás da biblioteca de Nova York na Rua 42, tem rinque de patinação e muitas dúzias de pequenas lojas evocando o espírito comercial do Natal. Contraditório, porém lindo.

Sentimos uma pena danada ao ver o enorme pinheiro centenário sacrificado para exibir luzes coloridas durante algumas poucas semanas no Rockefeller Center. Passa tanta gente na calçada que causa um invariável engarrafamento humano.

As músicas de Natal tocam sem parar nas lojas, rádios, ruas e nos corais na South Street Seaport e no lobby do Hotel Intercontinental, entre outros.

Dizem que no dia 24 de Dezembro um velhinho de longas barbas brancas irá sobrevoar a cidade em seu trenó alado e distribuirá presentes para todos que os puderam comprar.

O lado direito do cérebro vê tudo isso com grande ceticismo social. O lado esquerdo do cérebro se intriga pela magia que desperta o melhor da natureza humana a partir do frio e escuridão do inverno.

Acho que vamos acabar em Cuba para investigar ao vivo como seria isso em um regime comunista.

É fascinante. Ho!Ho!Ho!

 

 

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