Our Touristic Adventures in the Amazon / Nossas Aventuras Turísticas na Amazonia

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We have been dreaming about filling this huge cultural gap in our existence for a long time. We are Brazilians and had never been to the Amazon. In the 70s the immense forest was known as the “green hell”. The inauguration ceremony of the Trans Amazonian Road, a failed Project of the Brazilian Government in the 1970s, was marked by the falling of a huge centennial mahogany tree, a big shame.
 
We can’t delude ourselves, the Amazon is still systematically destroyed by four major reasons: 1) forest clearing for the clandestine harvesting and sale of noble woods; 2) creating new areas of pasture for livestock; 3) urban expansion without planning and 4) corruption. As mere tourists, we had a very superficial exposure to these challenges and also very limited contact with the life and the reality of local communities.
 
Like all tourists, we went swimming with pink dolphins, we saw the pirarucus (biggest river fish in Brazil, much bigger than a person), we went piranha fishing (catch and release), we participated in an alligator “hunt” by canoe at night (also catch and release, the alligator was duly returned unscathed to the river), we went to visit a typical village of boat-houses, we took a picture with a huge boa constrictor on our shoulders and with baby sloths, we saw the Victoria Regia (largest river plant of the Amazon), we visited the Manaus Theater, we ate grilled tambaqui (river fish) for lunch and cassava bread for breakfast, we visited the home of a rubber tapper, we followed a nature trail in the forest, we swam in the Negro River, we witnessed a legitimate indigenous dance within an authentic taba (indian house) made especially for tourists.
Baby alligator. / Filhote de jacaré.
Baby alligator. / Filhote de jacaré.
 
Macaco de cheiro. / Monkey
Macaco de cheiro. / Monkey
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One first observation is that, unlike other regions in Brazil and most regions in the world, life changes a lot depending on the rainfall season. Six months of floods are followed by six months of low water levels, with huge differences in the routine of locals. In the dry season it is possible to see the water marks on the trees left from the flooding during the rainy season. The marks show us that the river usually rises about 10-15 meters, covering a lot of vegetation and a huge part of the forest.  
 
Another observation: when our boat stopped at a floating bar-restaurant on the river Negro, we became friends with its owner, Tião. Boldly, we asked to visit his “home” at the back of the boat. With great pride, he showed us his living room, kitchen and bedroom, all very simple but very tidy with a modern last generation flat screen TV on the wooden bedroom wall.  
 
We were very intrigued: Tião possibly had the most beautiful view in the world with pink dolphins swimming around and the most amazing sunsets from the windows of his boat-house. But in his scale of values it was obvious that the TV was the most precious item because it connected him to the world.
Casa do seu Tião. / Mr. Tião's house.
Casa do seu Tião. / Mr. Tião’s house.
 
We made another special visit to Mr. Elias, a rubber tapper living by the river at Vila São Thomé, whose greatest adventure in life had been a trip to Venice sponsored by the Luciano Huck TV program, who had visited the region dressed as Santa Claus some 6 years ago.
 
We stayed at Hotel Ariaú Towers, an entire hotel made of wood and built on stilts on the banks of the Negro River, about an hour or so, by boat from Manaus. As the hotel is on the edge of the forest we received the visit of macaws, owls and several types of monkeys, including monkeys-of-smell and howler monkeys.
 
Brazil remains the same, several countries in one, with the same common language, the same common sympathy and common challenges uniting all.
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Nossas Aventuras Turísticas na Amazonia

 
Já fazia um bom tempo que a gente queria preencher essa imensa lacuna cultural na nossa existência. Somos brasileiros e nunca tínhamos ido `a Amazônia.  Na década de 70 a imensa floresta era conhecida como o “inferno verde”.  O ritual de inauguração da construção da estrada Transamazônica foi a derrubada de um mogno centenário, uma pena.  
 
Não podemos nos iludir, a Amazônia ainda é sistematicamente destruída por quatro grandes razões: 1) derrubada da floresta para venda de madeiras nobres de forma clandestina, 2) criação de novas áreas de pasto para gado, 3) expansão urbana sem planejamento e 4) corrupção.  Como meros turistas, tivemos uma vivencia muito superficial desses desafios, e também da vida e realidade das populações ribeirinhas.
 
Como todos os turistas, fomos nadar com botos cor de rosa, vimos os pirarucus, fomos pescar piranhas, participamos de uma “caçada” a jacarés a noite (o jacaré foi devidamente devolvido incólume ao rio), fomos visitar uma típica vila de barcos-casas, tiramos foto com uma jibóia imensa nos ombros e com bichos-preguiça, vimos a vitória-régia, visitamos o Teatro de Manaus, comemos tambaqui de banda no almoço e beiju no café da manhã, visitamos uma casa de seringueiro, fizemos uma trilha ecológica pela floresta, nadamos no rio Negro, assistimos a uma dança indígena legitima dentro de uma autentica taba feita especialmente para turistas.          
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Pescando piranhas.
Pescando piranhas.
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Uma primeira observação é que, ao contrario das outras regiões no Brasil, a vida muda muito dependendo do regime de chuvas da Amazônia.  São seis meses de cheia e seis meses de baixa com imensas diferenças na rotina de cada estação.  
 
Outra observação: quando nosso barco parou em um bar-restaurante flutuante no rio Negro, fizemos amizade com seu dono, Seu Tião.  Na maior cara de pau, pedimos para visitar sua “casa” na parte de trás do barco.  Com muito orgulho, ele nos mostrou sua sala, cozinha e quarto, tudo muito simples mas bem arrumadinho, com uma moderna TV de tela plana de última geração na parede do quarto.  Muito interessante: o Seu Tião tinha possivelmente a vista mais linda do mundo, com botos cor de rosa nadando em volta e o mais incrível por do sol das janelas do seu barco-casa.  Mas, em sua escala de valores, estava óbvio que a TV era o bem mais precioso porque o conectava com o mundo.    
 
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Fizemos uma outra visita especial ao Seu Elias, seringueiro ribeirinho da vila São Thomé, cuja maior aventura na vida tinha sido uma viagem a Veneza patrocinada pelo programa do Luciano Huck, o qual tinha visitado a região vestido de Papai Noel há uns 6 anos atrás.
 
Ficamos no Hotel Ariaú Towers, um hotel inteiro feito de madeira e construído sobre palafitas nas margens do Rio Negro, distante uma hora e pouco, em barco, de Manaus.  Como o hotel fica na beira da mata recebiamos a visita de araras, corujas e vários tipos de macacos, inclusive macacos-de-cheiro e bugios.     
 
O Brasil continua sendo assim, vários países dentro de um só, com uma mesma língua, a mesma simpatia e os mesmos desafios comuns unindo a todos.  

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