The Piripkura Tribe at Risk and so the Secret for a Big Penis

The Piripkura Tribe at Risk and so the Secret for a Big Penis / Clique Aqui para Portugues

In a planet with more than 7 billion humans, few groups have remained completely uncontacted by global civilization.  We have a magical fascination for these uncontacted communities.  They live mostly in densely forested areas in South America, Central Africa, New Guinea, India and Vietnam.  Organizations protecting indigenous rights correctly claim they should be left alone.  On the other hand, they also need protection from the threat of violence from miners and other explorers as well as from common diseases for which they lack immunity.

One curious sad story is that of Ishi, the last known indigenous individual to have survived into the 20th Century in the US.  In 1865, Ishi and his family were attacked by white settlers in California, when 40 members of his tribe were killed.  Afterwards, cattlemen killed half of the 33 survivors.  Ishi and his family went to live in the mountains for the next 44 years, believed to be extinct.  He appeared in Oroville, California in August, 1911 and was taken to the University of California, Berkeley, where he worked as an assistant and lived until his death in 1916.  He died of tuberculosis which was then incurable.

In the Brazilian Amazon, there is a small tribe named Piripkura which has never had any voluntary contact with a person outside of their tribe until 1998.  There are only 19 Piripkura individuals alive today – as far as the Brazilian government knows.  Their land is located within the most violent area of the Brazilian Amazon due to deforestation practices.

Piripkura is a name given to them by another native tribe, and it means “butterfly” – because they are nomads and travel rapidly over the huge forest.

One native from the Piripkura said that in the 1970s-80s her tribe was invaded by “white man” who set houses on fire and beheaded many people. Only 20 survived.  She was taken as a sexual slave for workers at a timber farm, until she was ransomed by the Brazilian government. The government started to prosecute the owner of the farm and his 70 workers who were held responsible for the killing at the Piripkura tribe.  However, nothing happened to the criminals until today.

In 2010 the Brazilian government installed a phone and internet to communicate with the tribe to help protect them from loggers.

The tribe still does not want any contact with the “outside world”.  They live like hunters-gatherers very much like the entire humanity used to live more than 10,000 years ago.  They hunt, plant small-scale crops and make their own tools and canoes. They see the “white man” as bloodthirsty killers.  Really sad.

An interesting practice of this tribe is called penile elongation, which apparently sounds great, but we would not recommend. The practice is developed from a very young age, using herbs and with the help of ants. There is a type of ant – tocandira – used in this ritual. The ant’s bite provokes dilation of genital muscles… but it is really painful.

One of these natives met a white man for the first time in 1998.  He was ill, so they took him to a local hospital.  The staff – nurses, doctors – were impressed with the size of his genitals and gave them the nickname “the Indian with a big penis”.

Pirik

Piripkura – Indio com o Penis Grande (Amazon Native with Big Penis) Photo by Jair Candor

tocandira

Source: Ciencia Hoje 

 

Tribo Piripkura Corre Risco de Extinção e com Eles o Segredo para um Pênis Grande

Em um planeta com mais de 7 bilhões de seres humanos, alguns grupos têm permanecido completamente afastados da civilização global. Todos temos um fascínio mágico por estas comunidades não contatadas. Eles vivem principalmente em áreas com densas florestas na América do Sul, África Central, Nova Guiné, Índia e Vietnã. Organizações de proteção dos direitos indígenas corretamente afirmam que devem ser deixados sozinhos. Por outro lado, eles também precisam de proteção contra a ameaça de violência por parte de mineiros e outros exploradores, bem como de doenças comuns para as quais eles não têm imunidade.

Uma história triste e curiosa é a de Ishi, o último indivíduo indígena conhecido por ter sobrevivido de forma isolada até o século 20 nos EUA. Em 1865, Ishi e sua família foram atacados por colonos brancos na Califórnia, quando 40 membros de sua tribo foram mortos. Depois, pecuaristas mataram metade dos 33 sobreviventes. Ishi e sua família passaram a viver nas montanhas durante os próximos 44 anos, e se acreditava que estavam extintos. Ishi apareceu em Oroville, Califórnia, em agosto de 1911 e foi levado para a Universidade da Califórnia, Berkeley, onde trabalhou como assistente e viveu até sua morte em 1916. Ele morreu de tuberculose, então incurável.

Na Amazônia brasileira, há uma pequena tribo chamada Piripkura que nunca tinha tido qualquer contato voluntário com uma pessoa fora de sua tribo até 1998. Existem apenas 19 indivíduos Piripkura vivos hoje – até onde sabemos. A sua terra está localizada na área mais violenta da Amazônia brasileira devido a práticas de desmatamento.

Piripkura é um nome dado a eles por outra tribo nativa, e significa “borboleta” – porque eles são nômades e viajam rapidamente através da floresta.

Uma nativa Piripkura disse que nos anos 1970s-80s sua tribo foi invadida por “homens brancos” e eles atearam fogo nas casas e decapitaram muitas pessoas. Apenas 20 sobreviveram. Ela foi levada como escrava sexual por trabalhadores em uma fazenda de madeira, até que foi resgatada pelo governo brasileiro. O governo começou a processar o dono da fazenda e seus 70 trabalhadores responsáveis pelo assassinato da tribo Piripkura. No entanto, nada aconteceu com eles até hoje.

Em 2010, o governo brasileiro instalou um telefone e internet para se comunicar com a tribo para ajudar a protegê-los de madeireiros.

Esta tribo ainda não quer qualquer contato com o “mundo exterior”. Eles vivem como caçadores-coletores como toda a humanidade vivia ha mais de 10.000 anos atrás. Eles caçam, plantam em pequena escala e fazem suas próprias ferramentas e canoas. Eles vêem o “homem branco”, como assassinos sanguinários. Realmente triste.

Uma prática interessante desta tribo é o que chamamos de alongamento peniano, que aparentemente parece ótimo, mas nós não recomendamos. A prática é desenvolvida a partir de uma idade muito jovem, usando ervas e com a ajuda de formigas. Há um tipo de formiga – tocandira – utilizada neste ritual.  A mordida da formiga provoca dilatação dos músculos genitais … mas é realmente doloroso.

Um destes nativos conheceu um homem branco pela primeira vez em 1998. Ele estava doente, de modo que foi levado a um hospital local. A equipe – enfermeiras, médicos – ficaram impressionados com o tamanho dos seus órgãos genitais e lhe deram o apelido de “índio com um pênis grande”.

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